Inferno Astral

 

O assunto “inferno astral” gera uma certa polêmica até mesmo entre astrólogos profissionais.

Para a maioria das pessoas, no entanto, falar sobre isso é uma boa justificativa para culpar os céus pelas coisas que deram errado. Só tem um probleminha: somos donos de nosso destino e não existe uma influência “benéfica” ou “maléfica” vinda de fora de nós mesmos. Nós fazemos as coisas acontecerem

Vejam só: existem várias formas de classificar o chamado “inferno astral”.
Uma delas diz que ele se inicia 40 dias antes do aniversário. Outra diz que
é nos últimos 30 dias antes do aniversário.

Pois bem, repararam que estamos falando de um período que precede um
começo? Ora, o aniversário não é um começo? O aniversário é uma repetição do ciclo do Sol, que chega exatamente ao ponto em que estava no momento em que nascemos. Se o inferno astral precede o reinício do ciclo solar, isso quer dizer que ele é o final de um ciclo, concordam?

Muito bem, reparem, como todos os finais de ciclos são desgastantes, às vezes tristes, outras vezes cheios de ansiedade. Exemplos de final de ciclo: a fase tensa antes do fechamento de uma grande empresa, a fase do término da infância e início da adolescência, a gradativa perda de vitalidade durante o término da juventude, a tediosa ou tensa fase que precede o fim de um namoro. São finais e, ao mesmo tempo, fases preparatórias para o recomeço.

Toda fase preparatória é difícil, pois estamos aprendendo a lidar com coisas
ainda latentes que vão se apresentando à nossa consciência para serem trabalhadas. Isso explica o fato de muitas pessoas sentirem uma certa diferença na época imediatamente anterior ao aniversário.

Portanto o “inferno astral” é um período de transformações e de
conscientização dos próprios limites

O que pouquíssimas pessoas lembram, é que mesmo durante a fase que precede o aniversário (que, segundo se popularizou, é cheia de dificuldades), existem pessoas (muitas) que passam pela fase tranqüila e alegremente. Não se trata somente de um olhar positivo sobre a vida, o que, é claro, reduz tremendamente as adversidades. Trata-se de um ciclo de vida individual que está sendo processado.

Claro a atitude mental conta bastante até em ciclos afortunadíssimos.

Se você não acredita em seu potencial, se não se esforça por desenvolvê-lo ou por adquirir, mesmo aos poucos, os recursos de que necessita, então fica mesmo difícil. Não custa nada dar uma forcinha a si mesmo e agir sem esperar que algo caia do céu, não? Agindo, os benefícios surgem com mais facilidade num ciclo como esse, sem dúvida.

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